Cara(o)s Leitores:
Divulgamos uma recomendação de leitura que recebemos de Nilo Batista. Trata-se de um fascículo da revista italiana: Studi sulla questione criminale Nuova serie di “Dei delitti e delle pene”, Quadrimestrale anno X, n. 2-3, 2015 . A leitura vale à pena.
Os Editores
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Comunicado
O Vol. 8 - No. 3 - Setembro a Dezembro (2016) de Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica já está on-line nos dois sites que hospedam o periódico.
http://www.historia.uff.br/revistapassagens/sumarios.php
http://www.revistapassagens.uff.br/index.php/Passagens/index
ISSN (on-line): 1984-2503
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Caros colegas e colaboradores:
É com muito pesar que comunicamos o falecimento do nosso amigo e parceiro do Laboratório Cidade e Poder (LCP-UFF) e membro do Conselho Editorial de Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica, Prof. Dr. Manoel Tosta Berlinck, atualmente na PUC-SP e presidente da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental (AUPPF).
Gisálio Cerqueira Filho e Gizlene Neder - Editores
Caros colegas e colaboradores:
É com muito pesar que comunicamos o falecimento do nosso amigo e parceiro do Laboratório Cidade e Poder (LCP-UFF); e membro do Conselho Editorial de Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica, Prof. Dr. Manoel Tosta Berlinck, atualmente na PUC-SP e presidente da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental (AUPPF).
Gisálio Cerqueira Filho e Gizlene Neder - Editores
sexta-feira, 17 de junho de 2016
CALL FOR PAPERS
2016, June, 15
Passages: International Review of Political History and Legal Culture on-line (Passagens: Revista Internacional de História Política e Cultura
Jurídica, in Portuguese) calls for academic papers.
The
main aim of Passages: International Review of Political History and Legal
Culture is to increase academic sociability in the intellectual fields of
human and social sciences, emphasizing studies of political history and of
legal culture. Passages supports the spreading of work in progress that
contributes to the deepening of multi field researches, giving visibility to
relevant discussion in Brazil
and abroad. Passages publishes new, unpublished articles, which are
subjected to an evaluation process, through peer review. Passages
accepts articles in four languages: Portuguese, Spanish, French and English,
and is published electronically fourth month a year: in January, in May and
September.
ISSN (on-line): 1984-2503
Passagens
Revista Internacional de História Política
e Cultura Jurídica
International Review on Political History
and Legal CultureRevista Internacional de Historia Politica y Cultura Juridica
Revue Internationale d´Histoire Politique e
Culture Juridique
domingo, 5 de junho de 2016
EDITORIAL
Passagens. Revista
Internacional de História Política e Cultura Jurídica
Rio
de Janeiro: vol. 8, no.2, maio-agosto, 2016.
O fascículo 2, volume 8, de Passagens
(maio-agosto de 2016) apresenta um número vigoroso onde prevalece a variedade temática e
a diversidade em relação ao Brasil e ao exterior.
Temos a presença de um polemista e uma
polêmica dos “velhos tempos que não envelhecem”. O foco é a obra de Monteiro
Lobato analisando-se os argumentos de que se valem três textos de diferentes
publicações veiculadas na década de 2010: um em revista acadêmica (Dados) e dois outros em semanários
vendidos em banca de jornal (Carta
Capital e Bravo). O Dr. Aluizio
Alves Filho (ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro/Instituto
de Filosofia e Ciências Sociais – UFRJ/IFCS - e hoje na Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro) visa, segundo seu pensamento, “os argumentos que sustentam
a desconstrução da produção literária de Monteiro Lobato, retirando-o do
panteão dos grandes nomes nacionais e reduzindo-o a um pensador eugenista/racista”.
Já a Profa. Adjunta de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(UERJ), Dra. Ana Carolina Huguenin Pereira
analisa no Brasil e na Rússia oitocentistas projetos modernizantes que
conviveriam com as heranças do trabalho servil e escravo. Para uma tal
finalidade debruça-se sobe a literatura de dois grandes escritores: Machado de
Assis e Dostoievski.
Graciela Flores, Doutora em Historia pela Universidad Nacional Autónoma de México
(UNAM), atualmente pesquisadora de pós-doc. no Centro de Estudios Históricos de Colégio de México, nos oferece ampla compreensão das
mudanças no âmbito da justiça criminal na cidade do México no século XIX em
três momentos históricos referidos: 1) à exigencia
da fundamentação precípua das sentenças para a exata aplicação da lei; 2) à Lei
de 5 de janeiro de 1857 e 3) ao Código Penal de 1871. Em relação ao Rio de
Janeiro e no período crucial do Brasil-Império, décadas de
1820 e 1830, a indisciplina e a vigilância são estudadas
por Luciano Rocha Pinto na produção da(s) ilegalidade(s). Rocha Pinto é Doutor
em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - PPGH-UERJ - com pós-doc. pelo Programa de
Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense - PPGH-UFF.
O mestrando Luiz
Orencio Figueredo e o Dr. João Henrique Zanelatto, ambos associados ao Programa
de Pós-Graduação em Desenvolvimento
Socioeconômico - PPGDS/UNESC
- Universidade do Extremo Sul Catarinense comparecem com o ensaio Legislação e Políticas Públicas voltadas à
Imigração no Brasil.
Em Sociedade de Risco e Desamparo:
Enchente do Rio Madeira por Maria
Jarina de Souza Manoel, bacharel em psicologia e psicanalista em formação, é
mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em
Sociologia e Direito da Faculdade de Rondônia – Faro – em convênio com o
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal
Fluminense - PPGSD/UFF. Neste
caso são enfocadas as relações entre “sociedade de risco”, desastre ambiental e
desamparo. Reflete ainda sobre a importância do amparo social e emocional aos
afetados por catástrofes.
Os conceitos de
cidadania, direitos humanos e soberania são discutidos em conexão com as
migrações internacionais e seus fluxos na atualidade. As autoras são Marli Marlene
Moraes da Costa e Patrícia Thomas Reusch, a primeira, com Pós-Doutorado em
Direito pela Universidade de Burgos – Espanha e a segunda, mestranda do curso
de Pós-Graduação em Direito – Universidade de Santa Cruz do Sul.
“O positivismo como
cultura”
é abordado pela criminóloga Vera Malaguti Batista, Professora da Faculdade de Direito da
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, e Doutora em Medicina Social pelo
Instituto de Medicina Social da mesma universidade - IMS/UERJ. Sua perspectiva
crítica contempla de forma contundente as relações entre positivismo, discurso
médico, determinismo biológico e criminalização.
Na seção LITURATERRA, Jonathan Marcel Scholz, doutorando em História na Universidade Federal
de Uberlândia), Minas
Gerais, apresenta a obra “Os cruzados da ordem jurídica: a atuação
da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), 1945-1964”. São Paulo: Alameda, 2013.
260 pp. de Marco Aurélio Vannucchi Leme de Mattos.
Todavia, não poderíamos deixar de registrar para os nossos leitores
de Passagens.
Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica – a hora
funesta que vive o Brasil com o impedimento da presidente Dilma Roussef. Para
registro histórico, consideramos que o Brasil está sob ataque. Há pelo menos
três vetores que se consorciam neste ataque: um vetor político-internacional,
um outro de natureza midiática e finalmente um terceiro, de caráter financeiro.
Oxalá saibamos resistir com firmeza, com inteligência e,
sobretudo, com serenidade.
Os Editores: Gizlene Neder & Gisálio Cerqueira Filho
domingo, 13 de março de 2016
Gisálio
Cerqueira Filho*
Gizlene
Neder**
O
Brasil vive um momento dramático, sem maiores exageros. Os cientistas políticos
ultimamente distinguem o instante, diferenciando-o das análises estruturais da
conjuntura. Nesta pesam os aspectos econômicos, políticos, jurídicos,
históricos. No instante (político) pesa um fato qualquer capaz de galvanizar
corações e mentes já puxadas para acontecimentos que por si só são desoladores
(desemprego, inflação, crise do PIB, decréscimo da atividade econômica, crise
política, etc.). Na atualidade brasileira o momento sobressai pela potência dos
fatores envolvidos: a corrupção, chamada ontem de “mar de lama” (Governo
Vargas) e a “subversão da ordem” (Governo João Goulart) para ficarmos nos
últimos 70 anos justificaram as intervenções de 1954 e 1964. De fato, elas
esconderam o quanto as forças populares e os pobres capitaneados por Getúlio
Vargas (PTB), Leonel Brizola (PTB, depois PDT) e Luis Inácio Lula da Silva (PT)
agregaram legitimidade à democracia brasileira. Nem sequer concluímos a
transição do regime militar para o Estado Democrático de Direito e já há
aqueles que postulam nas ruas, na mídia, e no sistema judiciário, o afastamento
peremptório dos pobres: nada de bolsas-família e correlatas, nada de pobres nas
universidades, nada de políticas sociais inclusivas, nada de acesso dos
brasileiros menos aquinhoados ao sistema de crédito e menos ainda ao mercado
consumidor, nada de direitos para empregadas domésticas, nada de manutenção ou extensão
de direitos, sejam previdenciários, sejam trabalhistas; nada de educação
fundamental universal de tempo integral e laica, etc. , etc.
André
Singer diz que soluções que deixam a base da sociedade sem opção tem voo curto
(alguns cientistas sociais falam em “voo de galinha”, voo baixo e curto para
contrastar com “voo de águia”, longo e altaneiro). E é para este atoleiro que o
tradicionalismo, o elitismo e o conservadorismo das forças políticas
brasileiras querem levar os brasileiros pobres e remediados.
Mas
isso não é tudo. País de bacharéis, acabamos por encontrar na judicialização
dos conflitos sociais uma suposta solução para a resolução do Conflito. Cada vez
mais o aparelho judiciário é convocado a agir, numa doce ilusão que tudo será
resolvido nesta instância. Que responsabilidade decisória para juízes,
desembargadores, ministros dos tribunais superiores!...
Neste
contexto há de incidir a inflexão do instante político brasileiro, pois o
recente pedido de prisão preventiva de Luiz Inácio Lula da Silva precipita os
acontecimentos, encurta o tempo histórico e converte a conjuntura política
entendida nos termos tradicionais em “conjuntura do instante” (político) como
sugere Javier Cercas no seu livro “Anatomia do instante” sobre a transição
política na Espanha, então ainda fortemente influenciada pelo “franquismo”. Não
se trata apenas de uma demanda por prisão preventiva que pede uma resposta com
certa urgência, muito menos da discussão sobre a aceitação do processo
propriamente dito com relação à imputabilidade penal por lavagem de dinheiro e
falsidade ideológica. A questão aqui é, como sugere o jurista Joaquim Falcão, o
debate, correlato àquele da saída do franquismo em Espanha, com relação ao
livre direito de expressão e manifestação que o cidadão tem no Estado
democrático de direito. Ou ainda do efetivo direito à liberdade de associação.
Inclusive de usar o patrimônio político (seja nacional ou internacional) em sua
própria defesa fora dos autos? Inspiremo-nos no exemplo da Turquia contemporânea
no que concerne à relação do Estado com a imprensa. Ou pensamos que a imprensa
hegemônica pode ser a única detentora do direito à liberdade de imprensa
traduzindo o pensamento único na economia para o campo da comunicação?
“Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”; acautelemo-nos todos,
pois “pau que bate em Chico bate em Francisco”.
Ainda que estejamos falando da “anatomia” de um instante
singular não podemos nos resignar ao exclusivo dos cliques dos promovidos pelas
novas tecnologias de informática e redes sociais. Mas elas devem ser levadas em
conta, e não devemos deixar de lado as novas gerações; aquelas que não viram
1954, 1964, 1988. Vamos à História para entender melhor o abismo a que as
forças conservadoras estão empurrando o país.
Aqui, uma primeira advertência: uma das tarefas de maior
empenho do regime ditatorial civil-militar dos anos 1960-70 foi a construção do
PENSAMENTO ÚNICO. Trata-se de uma intervenção institucional profunda, mesmo
que, como era de se esperar, não tenha sido plenamente exitosa; caso contrário,
nem teríamos a reorganização do campo democrático plural, divergente e vigoroso
como temos hoje.
O pensamento único, monolítico, fundado no autoritarismo
moderno (desenvolvimentista, nacionalista e empreendedor; envolto na ideologia
da segurança nacional), foi esculpido cuidadosamente nos currículos de formação
estratégica como: a Escola Superior de Guerra (ESG), as Escolas de Alto Comando
e Estado Maior da Forças Armadas, as Academias Militares, inclusive das
Polícias Militares, as Faculdades de Direito, as Faculdades de Comunicação, e
as de Educação. Identificar e reconhecer este fato é importante para
entendermos como um esforço de democratização das instituições policiais feito
pelos constituintes do campo democrático em 1988, que criou o Ministério
Público para acompanhar, conter os arbítrios do judiciário e das polícias,
torna-se ele próprio instrumento de arbítrio onde as práticas jurídicas antigas
(do Antigo Regime, onde estava presente a processualística da Inquisição) estão
sendo atualizadas e apropriadas na conjuntura presente e produzindo efeitos
neste exato instante político). Esta prática implica em primeiro julgar (o
juiz, o policial ou o promotor chegarem a um veredicto) e depois buscarem as
provas (Cf. Carlo Ginzburg. "O Juiz e o
Historiador. Anotações à Margem do Caso Sofri". Nele, Ginzburg analisa a
lógica processual criminal contra um militante das Brigadas Vermelhas. Sua
análise identifica, em pleno século XX, a permanência dos procedimentos dos
tempos da Inquisição).
Mas onde está o PENSAMENTO ÚNICO no
campo jurídico brasileiro? Aí entra a história das Faculdades de Direito no
Brasil. Desde sua criação em 1827, nos marcos da apropriação do pragmatismo
político pombalino, de inspiração benthamiana,
as duas Faculdade de Direito (uma no norte, em Olinda, depois Recife; outra no
sul, o Largo de São Francisco em São Paulo) apresentaram variações políticas
que permitiam escolhas políticas, ideológicas e filosóficas divergentes. A
Escola do Recife abria-se para atualizações e apropriações da Ilustração. A
Academia de São Paulo reproduziu o autoritarismo e o pragmatismo de forma mais
fechada, politicamente. No início da República, a intelligentsia do Recife desloca-se para o Rio de Janeiro e se
apresenta na formação das Faculdades de Direito criadas na primeira metade do
século XX. Os juristas da Capital Federal atuavam nos dois principais centros
de formação universitária: a Faculdade Nacional de Filosofia e a Faculdade
Nacional de Direito. Com o Golpe Civil-Militar de 1964, não ficou “pedra-sobre-pedra”
nas duas faculdades (Nacional de Filosofia e Nacional de Direito). O PENSAMENTO
ÚNICO, do Largo de São Francisco em São Paulo, e o seu autoritarismo, tornou-se
prevalecente, hegemônico em todo o país.
O mesmo ocorreu na Academia Militar de Agulhas Negras; o
pensamento militar inspirado na Escuela
de las Americas, mantida no Panamá pelos EUA para formar militares
latino-americanos (aqueles que deram os golpes nos anos 1960-70) impôs-se como
PENSAMENTO ÚNICO nos meios militares. Talvez o que diferencie a conjuntura
atual e, sobretudo, o instante (político) em relação a 1964, seja, quem sabe, a
clareza da oficialidade, seja a postura profissional, pois no plano
internacional a estratégia de desestabilização política de governos contrários
aos interesses norte-americanos e europeus tem sido a declaração de guerras
(Iraque, Afeganistão, Líbia, Ucrânia, Síria, por exemplo). E também uma certa
consciência de que o que as classes dominantes querem, no momento, é fazer das
forças armadas meros capitães-de-mato para contenção das chamadas classes
perigosas – os pobres que as elites querem afastar da política.
Em relação à formação universitária em Comunicação Social, há
que se lembrar que sua criação e designação nasceram com a reforma
universitária de 1969, conhecida como Reforma Passarinho. Do mesmo modo, altos
investimentos foram aplicados para a formação no campo dos estudos sobre
Educação (Filosofia e Psicologia), tendo em vista a erradicação do
escolanovismo, de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, para que o PENSAMENTO ÚNICO
contasse com o forte apoio do campo religioso, especialmente do campo católico,
que fez oposição por décadas a fio (desde 1930) ao ensino público de qualidade,
laico, em horário integral. Esta luta está em curso e subjaz ao instante que
vivemos.
Por tudo isso, (mal)dito instante ... pois o Brasil está vivo
e se mexe, uma parte considerável de brasileiros não quer confusão, nem ódio,
quer sim trabalhar e participar para a grandeza de todos e todas. Brasil bem
dito. Não vamos jogar fora esse patrimônio.
* Gisálio Cerqueira Filho, Professor Titular
Teoria Política – UFF - Editor de Passagens.
** Gizlene Neder, Professora Titular História –
UFF - Editora de Passagens.
quarta-feira, 2 de março de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Nota de pesar
Recebemos a triste
notícia do falecimento de André-Jean Arnaud, ocorrida em 25/12/2015. Grande
nome do campo Direito & Sociedade (socio-legal
studies), acabara de receber o Adam
Podgòrecki Prize-2015 conferido pelo Research
Commiitee on Sociolgy of Law (RCSL)/International Sociological Association
(ISA). Sua última obra [André-Jean Arnaud. La Governance. Um outil
de participation, Collection Les Petits Manuels Droit et Societé. Preface de Laure Ortiz, Paris: Librairie générale de droit et de
jurisprudence (LGDJ)/Lextenso Éditions, 2014] foi matéria na secção LITURATERRA assinada por
Gizlene Neder. Ver Passagens. Revista Internacional
de História Política e Cultura Jurídica. Rio de Janeiro: vol. 7, no.2, maio-agosto, 2015, p.427-432.
domingo, 17 de janeiro de 2016
O principal objetivo de Passagens: Revista Internacional de História
Política e Cultura Jurídica é ampliar o espaço de sociabilidade acadêmica
dos campos intelectuais das ciências humanas e sociais aplicadas, com ênfase em
estudos de história política e cultura jurídica. Passagens incentiva a divulgação de trabalhos em andamento que
contribuam para o aprofundamento de pesquisas com abordagem transdisciplinar,
dando visibilidade à discussão pertinente no Brasil e no exterior, com destaque
estratégico para a América do Sul, sem perder de vista sua abrangência
internacional. Publica artigos inéditos, que são submetidos a um processo de
avaliação (duplo cego). Passagens
aceita artigos e resenhas em quatro línguas: português, espanhol, francês e
inglês; publica os resumos e palavras-chaves também em mandarim chinês - além das quatro línguas aceitas no periódico; e é publicada eletronicamente três vezes ao ano: janeiro, maio e
setembro. Passagens é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa
(Laboratório Cidade e Poder) fundado no início dos anos 1990 e atuante no
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense,
em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Situado no âmbito do Programa de
Pós-Graduação em História, o Laboratório Cidade e Poder (LCP) congrega
professores e pesquisadores que se afiliam aos Programas de Pós-Graduação em
Ciência Política, Sociologia e Direito e Psicologia.
Assinar:
Postagens (Atom)
